Este é o meu Álbum, aqui vocês verão fotos de pessoas e lugares que gosto. É uma espécie de momento mágico, lugares encantados e pessoas muito amadas. Bem terão além, lugares e flores que eu mesma fotografei!... é mole?!!!rsrs
terça-feira, 9 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
MARIA DO SOCORRO
Quero viajar na minha intimidade
humana, onde as ilusões são o que são, porque não há testemunhas visíveis encarnadas,
pois sei que estou circulada por espíritos que choram e oram por mim. Ah quem
me dera desaparecer assim como por encanto, sofrer minhas desilusões a sós. Compreender
que a minha vida evaporou, saber a que o passado é simples advertência e que o
futuro a Deus pertence. Quem me dera ter
uma simples e singela recordação daqueles que realmente conviveram comigo, pois
foram meus professores mais carrascos, por isso, notáveis em seus ensinamentos. Quem dera ter convivido
com meus filhos, netos e ter tido um só dia de borboleta com eles. Nada disso tem importância agora, apenas um
forte abraço aos que vez por outra lembrarão que eu amava sorrir e adorava o
mar de Icapuí. Isso e um simples
desabafo. Espero desta vez voar. Não sou católica, bastam-me o Sermão da Montanha,
Evangelho Segundo o Espiritismo e a música “Emoções” de Roberto Carlos. Estou doente e quem está comigo é uma filha do
meu coração, maravilhosa, humana e de uma caridade sem limites. Acredito que lá encima sou muito amada. Embora
esteja no fio da navalha, ainda tenho esperança de sorrir mais um pouco por aqui, mas....Tudo bem. Assim seja!...
sexta-feira, 10 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
A FÁBULA DA CONVIVÊNCIA
FÁBULA DA CONVIVÊNCIA
“Durante uma glaciação, muito remota, quando parte do globo terrestre estava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil. Foi, então, que uma grande corda de porcos-espinho, na tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, aconchegando-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e, todos juntos, bem unidos, agasalhar-se mutuamente, aquecendo-se, e assim podendo enfrentar aquele tenebroso inverno. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um deles feriam os companheiros mais próximos, justamente aqueles que forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. Afastaram-se, então, feridos, magoados, frustrados e sofridos. Dispersaram-se por não suportarem por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito... Mas esta não foi a melhor solução, pois, afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que sobreviveram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com tal precaução que, embora unidos, conservaram uma certa distância um do outro, mínima, porém suficiente para conviverem sem ferir-se, para sobreviverem sem magoar-se, sem causar danos recíprocos. Assim suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram!”
É fácil trocar palavras... Difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado ... Difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto ... Difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos... Difícil é reter o seu calor!
É fácil sentir o amor... Difícil é conter a sua torrente
“Durante uma glaciação, muito remota, quando parte do globo terrestre estava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil. Foi, então, que uma grande corda de porcos-espinho, na tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, aconchegando-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e, todos juntos, bem unidos, agasalhar-se mutuamente, aquecendo-se, e assim podendo enfrentar aquele tenebroso inverno. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um deles feriam os companheiros mais próximos, justamente aqueles que forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. Afastaram-se, então, feridos, magoados, frustrados e sofridos. Dispersaram-se por não suportarem por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito... Mas esta não foi a melhor solução, pois, afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que sobreviveram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com tal precaução que, embora unidos, conservaram uma certa distância um do outro, mínima, porém suficiente para conviverem sem ferir-se, para sobreviverem sem magoar-se, sem causar danos recíprocos. Assim suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram!”
É fácil trocar palavras... Difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado ... Difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto ... Difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos... Difícil é reter o seu calor!
É fácil sentir o amor... Difícil é conter a sua torrente
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
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